A Belkin tem sede na Califórnia e, apesar de ter surgido em 1983, muito antes do estabelecimento do mercado de dispositivos móveis, a companhia é conhecida hoje por fabricar acessórios como cabos de diversos tipos, hubs USB, adaptadores de tomada, baterias portáteis, capas para iPhones e por aí vai. Rotadores Wi-Fi e outros dispositivos para redes também fazem parte do portfólio da Belkin, mas a companhia só se tornou realmente presente nesse segmento no começo de 2013, quando comprou a Linksys da Cisco por um valor não revelado. Debaixo do guarda-chuva da Belkin também está a Phyn, divisão criada em parceria com uma empresa de climatização chamada Uponor que desenvolve tecnologias para combater vazamento e desperdício de água. Ao comprar a Belkin, a Foxconn está matando três coelhos com uma cajadada só, portanto. Na verdade, quatro. Não podemos nos esquecer da Wemo, divisão responsável por uma linha de produtos focada em casas inteligentes, digamos assim. Um dos itens atuais da marca é o Wemo Bridge, dispositivo compatível com o Apple HomeKit que permite ao usuário controlar diversos itens da sua casa (como lâmpadas e termostatos) a partir do iPhone ou iPad. O preço por tudo isso não é baixo: US$ 866 milhões. A Belkin e suas marcas ficarão sob controle da subsidiária Foxconn Interconnect Technology (FIT), desde que o negócio seja aprovado por órgãos reguladores dos Estados Unidos — se levarmos em conta a atual “implicância” do país com empresas da região da China, pode não ser algo tão fácil de se obter. Mas, se conseguir aprovação para a compra, a Foxconn será dona não só de uma das marcas de acessórios mais conhecidas do mundo como também terá em suas mãos as mais de 700 patentes da Belkin, incluindo aquelas trazidas com a aquisição da Linksys. Com informações: Financial Times, Bloomberg.

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